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Estado libera R$ 1,2 milhão para revitalização de floresta em Rio Claro

Lago do horto florestal de Rio Claro será o primeiro a passar por revitalização (Foto: Ronaldo de Oliveira / EPTV)O governo do Estado de São Paulo liberou R$ 1,2 milhão para a revitalização da Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade, em Rio Claro (SP). Irregularidades no local foram flagradas pelo Ministério Público no início deste ano.

O trabalho deve começar pelo lago do horto, o cartão postal do local. “A gente tem uma incidência grande de taboas e parte da vegetação será removida”, explicou a Jessie Palma, gestora da floresta.

A primeira etapa do projeto vai durar quatro meses, depois que empresa que vencer a licitação for contratada, o que deve acontecer até dezembro. Tudo foi aprovado pelo Conselho Consultivo, que reúne vários órgãos e especialistas em meio ambiente. “O lago é uma prioridade. É um dos serviços mais sujos, que vai transtornar a rotina da unidade, mas é um serviço que tem que ser feito”, explicou Jessie.

Nas próximas etapas, os prédios históricos serão restaurados. A previsão é que em três anos a estrutura do parque corresponda à beleza da vida que o cerca.

A revitalização do parque foi aprovada pelo governo estadual depois que o Ministério Público abriu um inquérito civil questionando uma série de irregularidades no horto, como falta de recuperação
de áreas desmatadas, despejo de lixo e pesca predatória.

Além disso, o promotor Gilberto Camargo envolveu no projeto a prefeitura, o Departamento de Água e Esgoto (DAAE) e a Foz Rio Claro, que é responsável pelo tratamento de esgoto da cidade.

Juntos os três vão ter que pagar R$ 10 milhões para melhorar a qualidade da água que vem dos bairros, do Centro e entram pelo parque. “Considerando o descumprimento de uma ação civil pública desde de 2006 em que o DAAE e a prefeitura deveriam deixar de lançar esgoto in natura nos recursos hídricos. O MP chamou ao fórum, não só o DAAE e a prefeitura, como também a empresa Foz Rio Claro, para firmar um acordo para estipular prazos e metas para deixar de jogar esgoto in natura e também, como medida compensatória ambiental, favorecer a floresta”, afirmou Camargo.

http://g1.globo. com


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