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Amaz√īnia – O ber√ßo dos gigantes

img_kalua_rio_negro_ruiMais uma vez embarcamos na jornada sonhada por muitos pescadores e concretizada por poucos, voltamos na Amaz√īnia em busca dos cobi√ßados tucunar√©s A√ßu.

Nosso destino foi Barcelos e a escolha mais uma vez foi o Kalua Barco Hotel, um dos mais completos quando se trata de pescaria na Amaz√īnia, com uma tripula√ß√£o experiente, o Kalua possui um staff com guias conceituados e conhecedores de toda extens√£o do Rio Negro e seus afluentes, isso garante uma pescaria mais segura e uma probabilidade de sucesso ainda maior.

Logo no encontro no sagu√£o do aeroporto em Manaus j√° se percebia que a pescaria seria totalmente diferente do normal, pois a bordo do Kalua e pescando com um grupo total de 14 pessoas estavam dois dos maiores fornecedores de iscas no Brasil, Zezito dono das Iscas Borboleta e Marcelo, dono das Iscas Zagaia.

kalua_dez2012_00Em v√īo fretado partimos para Barcelos e j√° no desembarque fomos recepcionados pela equipe do Kalua e de la direto para o embarque de uma semana de pescaria. Ap√≥s as apresenta√ß√Ķes e escolha dos camarotes, fizemos uma breve confraterniza√ß√£o e j√° come√ßamos a nos organizar para o primeiro contato com os tucunas j√° na sa√≠da de Barcelos.

Tralha nas voadeiras, bebidas e suprimentos a bordo e p√© na t√°bua para eliminar a ansiedade do primeiro contato com o rio. No primeiro dia tivemos muitas a√ß√Ķes de tucunar√©s A√ßu, borboleta e paca, al√©m de muitas tra√≠ras que n√£o se intimidaram perante nossas iscas e entraram na disputa com os tucunar√©s. Nos dois dias seguintes nos dividimos na subida do rio negro rumo ao √°pice da nossa pescaria, nosso destino era o encontro dos Rios Preto e Padauiri e durante o trajeto tivemos grandes fisgadas, com tucunar√©s entre 3 kg e 6 kg, em rela√ß√£o √† fartura de peixes, √© ineg√°vel que todos se deram muito bem e chegavam com contagens na casa de 100 capturas (considerando apenas os tucunar√©s) por dia.

kalua_dez2012_01J√° no quarto dia o Kalua estava no destino pretendido e come√ßamos a ver mudan√ßas no comportamento e no tamanho dos A√ßu. Minha pescaria em particular foi muito gratificante e diferente dos demais. Como est√°vamos entre amigos, nos primeiros dias pesquei com o F√°bio (Fab√£o) m√©dio em Ilh√©us e grande apreciador da pesca esportiva, tem um hobby inusitado, fabricar iscas ‚Äúesquisitas‚ÄĚ… Isso mesmo, em sua tralha sempre se encontra alguma isca de fabrica√ß√£o pr√≥pria e duas em especial fisgaram peixes nesses dias. O ‚ÄúVagner Love‚ÄĚ saiu premiada com um peixe cachorro de 1,5 kg e o ‚ÄúPapai Noel‚ÄĚ foi premiado com um tucunar√© A√ßu de 5 kg fisgado em uma tacada de sorte em um cardume que encontramos pelo caminho. No quarto dia fiz a pescaria com o Fred, outro m√©dico de Ilh√©us e parceiro do Fab√£o e nos dias seguintes a pescaria foi na companhia de Ian-Arthur de Sulocki, esse dispensa apresenta√ß√£o, experiente pescador e conhecedor dos rios amaz√īnicos, foi um companheiro que passou muita t√©cnica e informa√ß√£o, al√©m de compartilhar v√°rios equipamentos durante a pescaria.

kalua_dez2012_02Justamente no início da manhã do quarto dia ainda no rio negro e na companhia de Fred, saiu o maior tucunaré da viagem. Já as 05h30min AM estávamos chegando a um dos pontos de pesca que nosso guia Nazareno programou. Começamos achando um cardume de tucunaré paca entre 2 kg e 5 kg o que já estava em uma faixa considerável para um início de pescaria.

Apesar de ser um lugar com muitas estruturas e caracter√≠sticas fant√°sticas para a captura de grandes exemplares, nosso guia insistia que fiz√©ssemos arremessos no meio do lago para atrair a aten√ß√£o dos A√ßus que segundo ele estavam por ali. Eu continuei a fazer arremessos nas estruturas intercalando com alguns outros no meio do lago, j√° o Fred se prop√īs a fazer o que o guia sugeriu e de repente o m√©rito veio de forma brilhante, eu que acabara de soltar um tucunar√© de 3 kg fisgado nos arremessos nas galhadas, assisti uma bela briga de um tucunar√© A√ßu que o Fred capturou no meio do lago. Demorou at√© que a cara do bicho aparecesse, enquanto isso, s√≥ se ouvia o barulho da linha cantando na corrida do peixe e a emo√ß√£o do Fred gritando ‚Äúesse √© grande‚ÄĚ.

‚ÄúNessa √©poca do ano o rio negro e a maioria de seus afluentes ainda est√£o baixando ou j√° est√£o em um n√≠vel quase inaveg√°vel em alguns pontos, assim o meio dos lagos que se formam ficam mais rasos e algumas vezes com algumas estruturas a mostra, assim os tucunar√©s maiores acabam se acomodando nesses locais. Por esse motivo alguns guias insistem que o pescador fa√ßa arremessos no meio dos lagos.‚ÄĚ

kalua_dez2012_03Depois de uma canseira de ambos os lados, o tucunar√© se rendeu e se mostrou aos olhos de seu oponente. Tratava-se de um A√ßu de 7 kg, um barco com americanos que tamb√©m pescava na regi√£o aplaudiram e se mostraram entusiasmados com a captura. Para n√≥s foi um triunfo j√° no in√≠cio da manh√£ fisgar um peixe de grande porte, alegria estampada na cara, suor e gratid√£o pelo belo duelo, era hora de fotografar e soltar o rei amaz√īnico. Depois dessa premia√ß√£o, era seguir em frente e buscar novas aventuras.

Para os que acharam que esse era o maior pr√™mio do dia, se enganaram. Na seq√ľ√™ncia da pescaria segui a orienta√ß√£o do guia e tanto eu quanto o Fred come√ßamos a fazer arremessos sempre no meio do lago em busca de novas emo√ß√Ķes. Essa op√ß√£o √© cansativa, com menos capturas, mas com grandes possibilidades de fisgar peixes maiores.

Enquanto muitos preferem arremessar iscas maiores ou iscas de h√©lice, eu particularmente busco outras op√ß√Ķes que reproduzem algum barulho e que tenha uma efici√™ncia compat√≠vel √†s grandes mencionadas. Enquanto o Fred usava uma isca do tipo zara de 12 cm ‚ÄúZ√© Pepino da Isca Zagaia‚ÄĚ, eu insisti na op√ß√£o do Guia, usei um Popper, mas nada muito grande. Para equiparar nossa pescaria, e equiparar a efici√™ncia dos nossos companheiros representantes das marcas de isca j√° mencionadas, enquanto o Fred prestigiava o Marcelo da Zagaia, optei pelo ‚ÄúStick Popper da Borboleta‚ÄĚ, e prestigiar o presente do Zezito.

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Por mais ou menos uma hora tivemos belas a√ß√Ķes de tucunar√©s na casa dos 4 kg, depois desse per√≠odo, j√° com o bra√ßo cansado e prestes a fazer uma pausa para repor um pouco das energias, eis que silenciosamente surge um A√ßu que sai em disparada com a stick Popper enganchada na boca. Diferente da rea√ß√£o da maioria dos pescadores, Fred recolheu sua isca e deu espa√ßo para o trabalho na captura, digo isso porque normalmente o impulso da maioria √© arremessar em seguida na tentativa de fisgar um companheiro que porventura esteja ca√ßando junto, mas nesse caso meu parceiro se colocou no papel de expectador e se p√īs a assistir a briga que travava com o bitelo.

Cora√ß√£o em disparada e tome linha. Quando se trata de um grande peixe e no caso da Amaz√īnia um A√ßu de grande porte, de nada adianta confiar somente no freio da carretilha, o jeito √© colocar o ded√£o para trabalhar e segurar o m√°ximo poss√≠vel a corrida, mas sempre controlando e deixando a folga necess√°ria para que o peixe tenha liberdade de se movimentar e n√£o estourar a linha. O instinto natural do tucunar√© √© correr para alguma estrutura e se livrar logo da isca, mas nesse caso, como a captura foi no meio do lago, a possibilidade de perder o peixe √© menor e o trabalho juntamente com a paci√™ncia fazem a diferen√ßa para n√£o perder o trof√©u.

kalua_dez2012_04-1Mantendo sempre a ponta da vara para cima, travei uma disputa de igual com o rei local, enquanto ele corria de um lado para outro, eu trabalhava para diminuir seu espaço e mantê-lo o mais dominado possível. Como citei na captura do Fred, não dava para deixar de notar o som da tomada de linha e as cabeçadas a todo o momento. O tucunaré insistia e fazia questão de mostrar seu potencial e não se entregar, a vara a todo o momento se envergava a seu limite e o danado não se dava por satisfeito; Fred e Nazareno sempre atento as voltas que o tucunaré dava ao redor da voadeira e ambos com o boga nas mãos caso fosse necessário utilizar em um momento de necessidade.

Por duas vezes durante nossa batalha ele ensaiou um salto, mas somente na terceira √© que realmente pudemos ver sua envergadura ‚Äú√© muito grande‚ÄĚ gritou o Nazareno que em seguida me pediu calma e fez seu trabalho com maestria, com o motor el√©trico direcionava o barco para abrir espa√ßo e deixar a briga continuar.

Passados entre 10min e 15 min já suando bastante e conseguindo trazê-lo mais próximo do barco, ele resolveu se entregar. Depois de mostrar quem é que mandava na área, o belo tucuna de 23,5lb (cerca de 10.5 kg) se rendeu a prática esportiva e nos deixou fotografa-lo.

kalua_dez2012_04Foi uma disputa digna de final de campeonato e com uma beleza que s√≥ o A√ßu tem, depois de deixar que ele descansasse (Importante manter a oxigena√ß√£o do peixe) j√° com o bra√ßo tremendo erqui o belo A√ßu para registrar a cara do maior oponente da esp√©cie que em minhas pescarias. O m√©rito n√£o foi s√≥ meu, foi da experi√™ncia do Nazareno meu piloteiro naquela semana que definiu os locais de pesca e trabalhou o barco para facilitar a captura, do meu parceiro de pesca que de maneira correta permitiu que eu tivesse todo o barco para trabalhar, e sem d√ļvida o capit√£o do Kalua Edmilson juntamente com o Ian-Arthur que definiram o roteiro da nossa pescaria.

Depois dos registros, cumprimentos e comemoração pela emoção sentida, era hora de deixar aquele belo peixe seguir seu curso e trazer a mesma emoção a um pescador futuro.

O restante do dia ainda nos reservou grandes capturas, Fred ainda fisgaria mais dois açus de 6kg e eu mais um de 5kg e um de 6kg, além de uma dezena de outros entre 2kg e 4kg.

kalua_dez2012_10Nesse mesmo dia ainda tive uma linha estourada por uma A√ßu provavelmente da mesma propor√ß√£o do primeiro, mas o fator mais prov√°vel para que a linha se rompesse, pode ter sido seu desgaste nas estruturas em que ele se meteu. √Č muito importante durante todo o per√≠odo de pescaria reavaliar o estado do equipamento, se achar que h√° desgaste, fa√ßa a reposi√ß√£o ou substitua por outro mais resistente.

Nos dois dias subseq√ľentes fiz uma pescaria tendo o Ian-Arthur como parceiro e outro barco com Zezito e Alec na companhia. Nosso destino foi os bra√ßos de lagos que existem no Rio Padauiri.

kalua_dez2012_07Novamente seguindo a orienta√ß√£o do nosso guia, adentramos uma lagoa que estava fechada pela queda de algumas √°rvores. Nas Amaz√īnia n√£o tem moleza, para chegar aos melhores locais de pesca, √†s vezes √© preciso encarar caminhos de dif√≠cil acesso e a pr√°tica e experi√™ncia de quem est√° te levando faz a diferen√ßa nessa hora. Depois de vencer um trecho de meias ou menos 200 metros que tomou 40 minutos de nosso tempo, eis que surge um lago aparentemente estreito, mas com grandes surpresas.

kalua_dez2012_06J√° nos primeiros arremessos a recep√ß√£o foi das melhores, o Ian capturou um tucunar√© paca de 4 kg, Zezito um tucunar√© A√ßu tamb√©m de 4 kg e eu outro A√ßu de 5,5kg. Em um trecho de mais ou menos 10 metros ficamos arremessando e capturando tucunar√©s, trair√Ķes e jacund√°s por mais de uma hora e s√≥ depois demos seq√ľ√™ncia na explora√ß√£o do lago.

Como mencionado, aparentemente parecia um lago estreito, mas à medida que avançamos, o lago foi se abrindo e se revelou ser muito grande e com boas expectativas. Tanto nós quanto o barco em que estavam Zezito e Alec capturamos muitos exemplares de grande porte, os maiores ficaram para dois de sete kg e mais quatro de 6 kg, mas um em especial chamou bastante atenção e mais uma vez coube a mim uma experiência.

kalua_dez2012_05Ao capturar um belo tucunaré de 7 kg, no momento em que o vimos saltar, pensamos se tratar de um peixe maior do que o apresentado, isso porque o tamanho de sua cabeça era desproporcional ao restante do corpo. Quando fizemos uma analise dentro d’água pensamos que fosse um peixe acima de 10 kg, mas depois o boga e o afinamento visível do restante do corpo mostraram o contrário.

Como est√°vamos na companhia do bi√≥logo Alec Kruzed Zeinad que recentemente lan√ßou em parceria com Rubens de Almeida Prado o livro ‚ÄúPeixes Fluviais do Brasil, esp√©cies esportivas‚ÄĚ ele nos explicou que pode ter essa forma√ß√£o por uma adapta√ß√£o f√≠sica, n√£o √© muito comum com tucunar√©s, mas pode ocorrer.

Durante essa captura o tempo fechou e come√ßou uma chuva que parecia ser r√°pida, mas que de repente se transformou em um temporal, resultado, na seq√ľ√™ncia da pescaria n√£o houve grandes capturas e ap√≥s um per√≠odo de busca sem sucesso retornamos ao barco.

kalua_dez2012_09Durante esses dois √ļltimos dias de pescaria, o que mais surpreendeu foram capturas de tucunar√© borboleta de 3 kg, tucunar√© popoca de quase 2 kg e muito jacund√° e apaiari. No caso dos tucunar√©s, o peso √© consider√°vel e caracteriza um peixe grande para a esp√©cie, outro peixe que muitos fisgaram durante a pescaria foi o aruan√£.

Todos os pescadores que estavam embarcados com a gente tamb√©m obtiveram bons resultados e fizeram pescarias em rios diferentes, como o Kalua ficou ancorado na boca do rio negro com op√ß√£o de pesca nos rios Atau√≠, Preto, Padauiri, Cuiuni e Arirarr√°. Alguns pescadores fisgaram tucunar√© de 6 kg, 7kg, 8 kg e 9 kg em pontos diversos, no Rio Preto a dupla Marcelo e Gede√£o fisgaram no mesmo dia tr√™s tucunas de 8 kg e outros seis de 7 kg e 6 kg, j√° a dupla Luiz Ricardo E Biajoto fisgaram exemplares de 7 kg e um de 9 kg, Zezito e Alec fisgaram tucunas entre 4 kg e 7 kg , a dupla S√©rgio e Ciro fisgaram tucunas tamb√©m entre 4 kg e 7 kg e a dupla Afonso e Pedro fisgaram tucunas de 4 kg a 8 kg. Os demais pescadores Fred, Fab√£o e Jerson se intercalaram entre meu barco e o do Ian e fizeram capturas nas mesmas propor√ß√Ķes.

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kalua_dez2012_08Durante toda a semana optei por n√£o almo√ßar no Kalua, fiz as refei√ß√Ķes durante a pescaria sempre com um prato bem preparado pelo Nazareno e com um peixe realmente fresco grelhado na hora em uma churrasqueira improvisada. Durante todos os dias, n√£o faltaram bebidas de todos os tipos nem lanches e petiscos para nos sustentar no per√≠odo de 12 horas di√°rias de pesca.

J√° as 05h: 00h AM o caf√© estava sempre √† mesa nos esperando para mais uma jornada di√°ria. O √Čder, respons√°vel pelo setor, juntamente o passarinho (Ailton) al√©m do caf√© sempre bem preparado, mandaram bem nos petiscos do Happy Hour da galera que se reunia todo fim de tarde para colocar em dia os assuntos da pescaria, isso sem contar o jantar com pratos variados e sobremesas com frutas da regi√£o. Destaque para o sashimi, o ceviche e o pastelzinho de tucunar√©.

Claro que tudo isso não seria possível sem a ajuda das cozinheiras Alba e Maria que estão sempre dispostas a preparar e inovar em todos os quesitos e ainda têm uma mão para o tempero que agrada a todos sem exceção.

No Kalua você ainda vai ter a sua disposição a Suzi, uma eficiente camareira que organiza seu camarote e entrega sua roupa limpa e dobrada no final do dia, os marinheiros de convés que auxiliam na organização das voadeiras, o Alberlei que é responsável pelo funcionamento dos propulsores, o comandante Edmilson que se responsabiliza por toda a logística da viagem e tem como auxiliar um prático, além de toda uma equipe do barco de apoio a bordo do tempestade, que acompanha o Kalua e abriga os guias de pesca.

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Vale lembrar que por mais prevenido voc√™ seja, pescar na Amaz√īnia pode sempre lhe trazer surpresas, √†s vezes boas por um lado e frustrantes por outro, ent√£o antes de embarcar nessa maravilhosa aventura que √© ir pescar os grandes a√ßus, consulte os respons√°veis pelo barco hotel, que equipamento levar, quais s√£o mais eficientes, se organize e fa√ßa a diferen√ßa acontecer. Fa√ßa um check-list uma semana antes de embarcar e consulte novamente o respons√°vel, ele √© o mais indicado para lhe orientar pois est√° na regi√£o o tempo todo.

Se ficar alguma coisa para traz, não se desespere, falo na experiência que tenho com o Kalua, pelo menos nesse barco hotel você encontra iscas, linha e algumas outras tralhas a venda a preço de mercado. Uma inovação é o kit que os guias possuem a sua disposição caso queira arriscar uma isca diferente, só é cobrado o uso se a isca for perdida, caso contrário não há custo pelo uso, é uma opção a mais para seu sucesso na pescaria.

Agrade√ßo a toda equipe do Kalua Barco Hotel e do barco de apoio Tempestade pela experi√™ncia e mais uma vez proporcionar momentos inesquec√≠veis na Amaz√īnia e especialmente ao Ian-Arthur amigo que sempre se disp√Ķe e est√° pronto para fazer o melhor, ao Alexandre Arruda (Mega) que se desdobra a todo o momento para que tudo ocorra da maneira mais confort√°vel e ao Ot√°vio Chaves que organiza tudo para que os pescadores cheguem com seguran√ßa para o embarque.

Valeu pessoal e até a próxima.


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