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Filipinas prende 11 Chineses por pesca ilegal em √°guas das ilhas Spratly

Barco Chines nas Ilhas SpratlyAutoridades filipinas informaram que prendeu 11 pescadores chineses por praticar pesca ilegal em águas das ilhas Spratly ao sul do Mar da China, em um território reivindicado por Pequim e Manila, dentre outros países.

O porta-voz da Marinha Filipina, Theodore Sindac , disse à mídia que os chineses foram presos na terça-feira após uma fiscalização realizada na embarcação, onde foram encontradas cerca de 500 tartarugas marinhas, algumas das quais são protegidas nas Filipinas.

A pris√£o foi realizada pr√≥ximo a um banco de areia conhecido como “Media Luna”, localizado a cerca de 60 milhas n√°uticas ( 111 km) da Ilha de Palawan, a oeste das Filipinas.

Sindac disse ainda que próximo ao barco Chinês, uma outra embarcação Filipina foi abordada e também apreendida por transportar cerca de 40 tartarugas marinhas.

O porta voz informou que o barco Chinês Qiongqionghai 09063 está sendo rebocado para Palawan, para que sejam tomas as providencias necessárias quanto a apreensão.

Ilhas Spratly √© disputada por v√°rios pa√≠sesO governo chin√™s exigiu hoje que os Chineses presos sejam soltos imediatamente e que uma “explica√ß√£o racional” sobre o que aconteceu no Mar do Sul da China seja dada pelo governo Filipino.

O porta-voz do Minist√©rio dos Neg√≥cios Estrangeiros chin√™s Hua Chunying disse em uma coletiva de imprensa que possui direitos soberanos ” indiscut√≠veis ” sobre Spratly ( Nansha como eles chamam ), incluindo o Banco Media Luna, um pesqueiro comum para navios chineses.

Brunei , China, Filipinas, Malásia, Taiwan e Vietnã reivindicam a totalidade ou parte do território de Spratly, uma região rica em recursos marinhos e energéticos.

Manila está em disputa territorial completa com Pequim sobre várias ilhas no Mar do Sul da China, incluindo o Spratly, onde tem havido vários incidentes entre pescadores e as forças navais dos dois países.

O confronto entre os dois países se intensificou quando as Filipinas fez uma petição em 30 de março passado junto ao Tribunal Internacional de Direitos do Mar, para arbitrar um processo que a China se recusa a participar.


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