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Crime contra onça preta é ignorado pela PF, IBAMA e poder Judiciário

Onca preta morta a remadas no MSNo in√≠cio do m√™s de maio, veio a p√ļblico um v√≠deo onde um grupo composto por quatro pessoas agridem um casal de on√ßas pretas, matando um dos animais que tentavam atravessar um rio, passados quase dois meses, as investiga√ß√Ķes est√£o paradas. (Assista o v√≠deo)

O v√≠deo teve tanta repercuss√£o que na ocasi√£o, canais de TV publicaram mat√©rias sobre o assunto, e nas redes sociais, um defensor dos animais, chegou a oferecer uma recompensa no valor de R$ 5.000,00 para quem trouxesse informa√ß√Ķes relevantes que poderiam identificar os agressores.

Assim que as imagens da agress√£o come√ßaram a ser compartilhadas, o Ibama abriu um¬†protocolo de n¬ļ 5373/2015 que foi¬†encaminhado √† Coordena√ß√£o Geral de Fiscaliza√ß√£o Ambiental do Ibama ‚Äď CGFIS a fim de investigar¬†a a√ß√£o dos agressores.

Dias depois, o¬†operador de turismo Reginaldo Sucuri,¬†protocolou uma den√ļncia na Policia Federal da cidade de Dourados-MS sob protocolo de n¬į 08.337.001738/2015-99 DPF/DRF/MS com informa√ß√Ķes colhidas atrav√©s de den√ļncias feitas por pessoas que teriam informa√ß√Ķes a respeito dos envolvidos na agress√£o.

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A partir dai, o caso foi encaminhado para a Policia Federal em Bras√≠lia e tamb√©m ao minist√©rio p√ļblico para que as investiga√ß√Ķes fossem realizadas, por√©m, o caso se encontra parado e ainda sem solu√ß√£o. Segundo algumas informa√ß√Ķes, j√° √© de conhecimento da PF, alguns nomes dos envolvidos e o estado onde o crime ocorreu, por√©m nada √© feito.

A morosidade na identificação dos agressores mostra que a impunidade no Brasil ainda é grave e que em casos de crimes ambientais, pouco é feito no sentido de se cumprir a lei e punir com rigor pessoas que não se intimidam e debocham da falta de ação policial.


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