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Volume do Rio S√£o Francisco sobe 200 % a vaz√£o de √°gua em Minas Gerais

Volume do Rio Sao Francisco triplica a vazao de agua em Minas GeraisH√° oito anos a vaz√£o da Cachoeira Casca D’anta na Serra da Canastra, em S√£o Roque de Minas, n√£o era t√£o intensa como a que foi registrada nesta quarta-feira (20), segundo o Instituto Chico Mendes de Conserva√ß√£o da Biodiversidade (ICMbio).

Na imagem ao lado, fica nítido a diferença de vazão  em uma foto registrada em Novembro/2015 com a foto registrada nessa quarta feira pelo ICMbio.

As chuvas frequentes de uma semana inteira elevaram o nível do Rio São Francisco em quatro metros. O volume é de 200% a mais que em 2014 e 2015, quando o rio enfrentou seca drástica da nascente histórica. Ainda na região Centro-Oeste de Minas, as cidades de Divinópolis, Córrego Danta e Conceição do Pará adotam medidas para reduzir o prejuízo causado pelas chuvas.

O chefe substituto do Parque Nacional da Serra da Canastra e representante do ICMbio, Vicente Faria, disse que o Rio S√£o Francisco percorre 14 quil√īmetros at√© a cachoeira Casca D’anta. As nascentes est√£o jorrando √°gua, mas por conta das condi√ß√Ķes das estradas n√£o √© poss√≠vel chegar a nenhuma delas. Turistas com carros de passeio n√£o conseguem subir a serra.

O ICMbio monitora áreas de risco de desmoronamento e informa que até o momento está tudo sob controle. A recomendação é que os turistas esperem as chuvas cessarem para então visitarem a região da Serra da Canastra.

Previs√£o para a regi√£o
Ainda de acordo com o Inmet, depois dessa quinta-feira (21) a chuva deverá reduzir durante o dia e cair em forma de pancadas somente à tarde nas cidades do Centro-Oeste. Isso ocorrerá porque a umidade ficará elevada e assim a temperatura também se eleva a e a reposta disso é chuva em forma de pancada.

O Inmet ainda informou que para as pr√≥ximas horas a temperatura m√≠nima √© de 16 graus e m√°xima de 30¬ļ. A umidade relativa do ar ficar√° entre 70% e 100%. O c√©u continua nublado e com chuva frequente.

Segundo o meteorologista Luiz Ladeia, desde 2011 n√£o chovia como tem ocorrido na regi√£o. “Pelo menos os n√≠veis pararam de baixar. Mas as principais reservas ainda est√£o necessitando de complemento. Em termos de agricultura e reservat√≥rios, essa chuva frequente e mais branda ajuda muito, afinal, os len√ß√≥is fre√°ticos v√£o sendo cada vez mais umedecidos”, disse.

Portal G1 – Globo.Com


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