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PMA apreede redes e pescado ilegal durante fiscalização nos rios do MS

A Polícia Ambiental  de Aparecida do Taboado (MS), reforçou nesse final de semana a fiscalização para prevenir a pesca predatória, em virtude da aproximação da semana santa, quando aumenta consideravelmente o número de pescadores nos rios. Foram realizaram apreensões de redes, pescado ilegal e prisão de pescadores.

Eles retiraram 1.500 metros redes de pesca que estavam armadas no rio sem plaquetas e com malhas inferior ao autorizado por lei, em diversos pontos no Rio Paraná.

Os policiais apreenderam ainda 100 metros de espinhel (apetrecho proibido para pesca) sem identificação. Os infratores que armaram os apetrechos ilegais não foram localizados e nem identificados. Foram soltos cerrca de 10 kg de peixes vivos que estavam presos às redes.

Outra equipe que fiscalizava os rios no entorno do município de Paranaíba (MS), prendeu também no domingo, dois pescadores, sendo um profissional e um amador por pesca predatória, quando estavam em uma embarcação pescando com redes de pesca no rio Paranaíba. O pescador profissional estava pescando com redes, junto com o pescador amador, o que é proibido.

Além de tudo, o tamanho da malha das redes que os pescadores utilizavam era 80mm e os pescadores profissionais podem utilizar redes com malha 140mm, o que se caracteriza crime de pesca com apetrechos proibidos.

Foram apreendidas cinco redes de pesca, medindo 400 metros e 17 kg de pescado, além do barco e motor de popa utilizados na pescaria ilegal. Os infratores, um pescador profissional e um pescador amador, residentes em Paranaíba, responderão por crime ambiental de pesca predatória. Se condenados, poderão pegar pena de um a três anos de detenção. Cada autuado também foi multado administrativamente em R$ 860,00. O pescado foi doado para instituições filantrópicas.

Fiscalizações dessa natureza são fundamentais para a prevenção à pesca predatória, tendo em vista o grande poder de captura e depredação dos cardumes dos apetrechos proibidos de pesca como esses retirados do rio pelos policiais. Além disso, há grande dificuldade de deter os autores, pois tais apetrechos são armados em curto espaço de tempo e os pescadores não permanecem no rio durante a pesca, fazendo somente a retirada dos peixes, também em tempo bastante curto.


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