|
Cuidados com seu equipamento |
|
0 |
| Cuidados com Carretilhas - Cuidados com Linhas - Cuidados com Molinetes - Cuidados com Varas |
| 0 |
|
DICA IMPORTANTE: Quando For Realizar a Limpeza de Carretilhas e Molinetes
Nunca
use: Graxa Grafitada (cinza), ela desgasta todas as peças internas
provocando folgas e conseqüentemente quebras; |
|
Na borda da tampa lateral onde fica a manivela e a estrela da fricção,
existem dois ou três parafusos (dependem do modelo e do fabricante) que são
salientes e ásperos, possuindo uma fenda larga para poder ser removido até com o
uso de uma moeda. Com cuidado solte estes parafusos e afaste a tampa do corpo
central. Ela vai sair com tudo, manivela, fricção e demais parafusos. Pronto,
você já pode tirar o carretel e lavar junto com a linha.
Você acaba de arremessar a linha e ela fica parecendo uma mola. Que encrenca!
Fique ligado. Este problema ocorre ou porque a linha é de má qualidade, velha,
dura, está ressecada, ou é aquela "baratinha". Partindo do princípio de que
todas as linhas sejam de poliamida, é importante saber como e por quem elas são
fabricadas. No mercado mundial, existem linhas de pesca, hoje, que afirmam não
ter nenhuma memória pois, segundo os fabricantes, são produzidas com materiais
especiais e da mais alta qualidade. Aceitemos esta afirmação com reservas.
Nas chamadas linhas duras, ou seja, com menor elasticidade, a memória é inevitável pelo próprio método de fabricação das mesmas. Com esse tipo de linha, ganha-se na sensibilidade e rapidez da fisgada, mas perde-se na memória. Portanto, sem solução. Importante também saber que, nos molinetes, as linhas de pesca costumam adquirir muito mais memória do que nas carretilhas, pelo fato da amaneira de enrolar, pois o molinete torce a linha e a carretilha não. Aqui, há solução. Se você pesca com molinete e com uma boa linha, cujo fabricante afirma que a mesma é sem memória, e ela está com memória na hora da pescaria, a solução é, após pescar, desenrolar toda a linha, sem nada na ponta da mesma, e enrolá-la novamente, com pressão e de preferência com um pano enxugando a linha à medida que for enrolando. Com certeza, se você adotar esse procedimento, a memória da linha, se não desaparecer, pelo menos diminuirá consideravelmente. O ato de desenrolar a linha fica muito mais fácil quando você está embarcado, já que pode soltá-la na água. Em terreno seco, apresenta riscos, como ranhuras e amassamentos que podem danificar a linha. Quando for trocar a linha da carretilha ou molinete - tenha em mente : o destino da linha velha é o lixo.S e você der essa linha para alguém, você corre o risco dela virar uma rede ou tarrafa, e aí sim, ela vai continuar a ter memória, e agora mais prejudicial à sua pescaria.
O maior erro que a maioria dos pescadores comete quando diz que vai fazer a
limpeza de seu molinete logo que acaba de pescar (quando faz!!!) é quando lava o
equipamento. Antigamente os molinetes não tinham rolamentos, usavam buchas de
bronze, de teflon ou o eixo da coroa girava em bucha feita na própria carcaça do
molinete, resumindo, podia molhar a vontade que não tinha nada para estragar,
dava para terminar de pescar, colocar dentro de um balde com água e pegar só no
dia da próxima pescaria que estava tudo bem. Hoje é diferente, eles usam vários
rolamentos, com no mínimo 1, e encontramos molinetes até com 9 rolamentos ou
mais, mecanismo que não são nada mais que dois anéis de metal com esferas
internas de ferro entre eles que facilitam o manuseio do equipamento e dão mais
suavidade, pois provocam menos atrito. O contato das esferas internas com a água
provoca ferrugem (oxidação) que dependendo do tipo e qualidade do rolamento, uma
simples entrada de água é capaz de danificar, provocar barulho, engripar e até
travar por completo, pois além da água existe o cloro que é um grande agente
oxidante e se o molinete caiu na água temos ainda para ajudar, a areia, a terra,
e se for no mar, o sal que é um dos maiores inimigos dos rolamentos e de
qualquer tipo de material ferroso. Tudo isto acaba fazendo com que o mesmo tenha
que ser trocado e como na maioria eles são importados,o custo acaba
inviabilizando por completo este serviço, já que quando são vários o conserto
fica mais caro que o próprio molinete. Bem, então o que fazer?
Ao chegar em
casa a primeira coisa a fazer é tirar o carretel e colocar em água corrente para
limpar a linha e tirar qualquer tipo de resíduo que possa danificar o carretel,
ainda mais se for de alumínio e a falta de limpeza pode provocar uma corrosão
terrível no equipamento que chega até a furar por falta de cuidado. Também tem o
problema da linha, que tem que estar sempre limpa para não perder suas
características e assim durar muito mais. Troque a linha sempre que perder o
brilho e ficar opaca,ela estará velha e ressecada, irá romper sobre qualquer
pressão.
Não deixe de limpar bem o equipamento, principalmente as varas. Lave tudo quando
chegar com água morna e sabão neutro. Pode levar para o chuveiro e limpar
durante o seu banho.
Irá até economizar água e o sabão de sua casa, as varas ficarão limpas e cheirosas, pois usará até seu sabonete. Secar tudo muito bem e passar silicone spray nos passadores. Eles aparentam que estão secos, mas entre a cerâmica e sua estrutura metálica, e debaixo do passador, entre a vara e a linha, existe uma umidade que não dá para se perceber e se não for retirada será um ponto de partida para uma oxidação. Com o uso do silicone, evitamos ao máximo o acúmulo de água nestas regiões que não temos acesso. |
|
|
|
Conteúdo de livre acesso, se for incluir esse material em seu site, não esqueça de inserir no final do rodapé onde será anexado o material que foi cedido pelo site pesca amadora. "Não seja uma cópia de outro site." |