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Regras Internacionais de Pesca – Homologação de Recordes

As disposições que se apresentam foram formuladas pela IGFA – International Game Fish Association – com a intenção de promover a ética e a consciência no desporto da pesca, estabelecer regulamentos de caráter universal que possam ser usados em registros de recordes mundiais de pesca e uma tabela de regras básicas para torneios e outras atividades de pesca desportiva.

A palavra “pescar”, usada neste contexto, quer dizer capturar ou tentar capturar um peixe com cana, carreto, linha (seda) e anzol em conformidade com as regras internacionais de pesca. Não obstante, alguns aspectos da pesca não podem ser controlados pelo simples ditado de um regulamento, já que este não pode assegurar que se mantenha uma atitude apropriada em todas as capturas. Os recordes mundiais aceites tão pouco indicam a magnitude das dificuldades experimentadas na captura do peixe. As capturas nas quais o peixe não lutou ou não tiveram a opção para tal, não representa prestígio algum para o pescador e só ele será capaz de avaliar o grau de dificuldade e desportivismo desenvolvido na conquista do recorde.

A IGFA só aceitará as solicitações para registros de recordes mundiais os peixes que tenham sido pescados de acordo com o que se dispõem nas Regras Internacionais de Pesca Desportiva e em conformidade com tudo o que elas prescrevem na sua essência.

Seguem-se as regras para a pesca de água doce e água salgada e um conjunto distinto de regras para a pesca com mosca (flyfishing).

A íntegras dessas regras pode ser visualizada no PDF disposto pela IGFA. Clique aqui para baixar.

Regras que regem os equipamentos de pesca de mar e água doce


LINHA

  1. São aceites linhas de seda ou linhas de mono filamento, de multifilamentos e de multifilamentos com núcleo de chumbo. Para as classificações da linha, veja-se Requisitos para Recordes Mundiais.
  2. São proibidos o uso de linhas metálicas.
  1. LINHA DE FORRO “Backing” (linha de reserva)
    1. É permitida uma linha de forro, proteção ou “linebacking” entre a linha de pesca e o carreto, desde que não esteja ligada á linha de pesca, sem restrição alguma quanto ao seu tamanho, diâmetro ou espessura.

Mas se a linha de pesca está ligada de qualquer maneira á linha que serve de forro a captura será considerada de acordo com a classificação da mais resistente das duas linhas, seja a linha de pesca, seja a linha do forro. Neste último caso, o forro terá que se cingir às regras que regem a linha de pesca: limita-se a uma resistência (prova) máxima de 60 kg. (130 lb.), e a uma classe e material aprovados pelas entidades.

  1. LINHA DUPLA

O uso da linha dupla não é obrigatório. No caso de usar-se, deverá seguir as seguintes especificações:

  1. A linha dupla deve ser feita e estar feita da mesma linha que se usa para pescar (a linha simples com que se está a pescar).
  2. As linhas duplas medem-se desde a extremidade do nó, trança, redobro, junção ou união, onde começa a linha dupla até ao extremo oposto onde se encontre nó, junção ou união, distorcedor, alfinete, giratório ou outro dispositivo que sirvam para ligar as guias e os leaders, (destorcedores, amostras ou anzóis ás linhas duplas).

Espécies de água salgada: A linha dupla utilizada com qualquer classificação de linha até (e inclusive) de 20 Lbs. (10 kg.) limita-se a 4,57 m. (15 pés). O comprimento combinado da linha dupla e do baixo de linha não deve ultrapassar os 6,1 m. (20 pés). A linha dupla utilizada com qualquer classificação de linha de resistência superior a 20 Lbs. (10 kg.) limita-se a 9,14 m. (30 pés). O comprimento combinado da linha dupla e do baixo de linha não deve ultrapassar os 12,19 m. (40 pés).

Espécies de água doce: A linha dupla utilizada com qualquer classificação de linha não deve passar os 1,82 m (6 pés), e o comprimento combinado da linha dupla e o baixo de linha não deve ultrapassar os 3,04 m (10 pés).


VARA DE PESCA

  1. A vara deve ser fabricada de acordo com a ética e costumes desportivos. O pescador é livre de escolher a cana que deseja usar, mas qualquer cana que dê ao pescador qualquer vantagem injusta será desclassificada. Esta regra tem como objetivo eliminar o uso de varas não convencionais.
  2. A ponteira (desde o eixo do carreto até ao extremo superior da cana) deve ter como medida mínima 101,6 cm (40 polegadas) de comprimento. O cabo (pega – extremo inferior da cana) não deve ter mais de 68,58 cm (27 polegadas) de comprimento. Estas medidas devem tomar-se a partir do centro do carreto. Um cabo, pega ou mango curvo deve medir-se em linha reta. Quando o cabo da cana está metido num copo oscilante a medida desde o centro do carreto até ao ponto pivô do copo não deve exceder 68.58 cm (27 polegadas) . (Estas medidas não são aplicadas ás canas de “surf casting” para a pesca desde a costa).

MOLINETE/CARRETILHA

  1. O molinete deve cumprir as normas de ética e procedimentos desportivos.
  2. Todo e qualquer sistema de motorização do carreto está proibido. Isto inclui os motores de qualquer tipo, elétricos e qualquer outro sistema ou dispositivo que dê ao pescador uma vantagem injusta
  3. Proíbe-se o uso de carretos providos de trinquetes para bloquear o tambor quando o peixe corre.
  4. É proibido o uso de carretos com sistema de recuperação da linha com ambas as mãos ao mesmo tempo.

ANZÓIS PARA ISCA NATURAL

Para pescar com isca natural, seja vivo ou morto, proíbe-se usar mais de dois anzóis simples. Ambos devem estar firmemente embebidos ou sujeitados ao isca. Os olhais dos anzóis devem estar separados por uma distância não inferior ao comprimento do anzol mais comprido que se use; não obstante, não devem separar-se mais de 45,72 cm. (18 polegadas), exceto no caso de que a ponta de um dos anzóis possa ser passada pelo olhal do outro. O anzol não deve estar diante da carnada, amostra ou uma combinação de carnada / amostra, mais do que o comprimento de um anzol.

  1. Proíbe-se o uso de anzóis livres ou soldados. Igualmente estão proibidos os anzóis duplos e / ou
  2. Permite-se o uso montagem para a pesca de fundo, sempre que não conste de mais de dois anzóis simples sujeitos separadamente a dois terminais. Ambos anzóis deverão estar embebidos nas suas respectivas iscas e separados por uma distância suficiente para que um peixe não possa ferrar em um anzol e cravar-se no outro.
  3. Toda a solicitação de recorde com aparelhos de dois anzóis deverá fazer-se acompanhar de fotografia ou desenho da sua colocação e montagem.

Regras de Pesca

  1. Desde o momento em que um peixe pica, ou toca na amostra ou isco , o pescador deve ferrar, combater e trazer o peixe para terra ou embarca-lo sem a ajuda de mais ninguém, excetuado o que está previsto nestas regras.
  2. Se utilizamos algum suporte de cana (porta canas) e um peixe pica, toma o isca ou a amostra, o pescador deve retirar a cana do suporte de canas tão rápido quanto lhe seja possível. A intenção desta regra é obrigar o pescador a ferrar o mesmo peixe com a cana na mão .
  3. No caso de múltiplas picadas ou vários toques simultâneos em várias linhas de um só pescador, só o primeiro peixe a ser trabalhado pelo pescador poderá aspirar a ser um
  4. A intenção desta regra é para o caso de se usar uma linha dupla, o peixe seja combatido na linha simples a maior parte do tempo que levar até o embarcar.
  5. Permite-se o uso do cinturão para suporte da vara (conquilha), com ou sem porta
  6. Se a pesca é efetuada de barco, uma vez que o baixo de linha esteja ao alcance de outro elemento da tripulação (ajudante) ou que o seu extremo toque na ponta da cana, uma ou várias pessoas poderão segurá-lo. Quem assista / ajude um pescador que pesque desde terra (margem ou costa), ou que está a pescar na água (sem barco), deve permanecer a uma distância comparável ao comprimento da cana de pesca do pescador, antes de tocar no “leader”, ou sujeitar o peixe a redes (camaroeiro), ou o gancho “bicheiro”.
  7. Para além daquelas pessoas que seguram o “leader” baixo de linha, uma ou várias pessoas poderão colocar o/os gancho/s no peixe. O cabo do gancho deve estar seguro com a mão no momento em que se proceda ao enganchar do peixe.
  8. As regras de pesca e aparelhos mantêm vigentes até que o peixe seja pesado.

Os seguintes atos desqualificam a captura:

  1. O incumprimento das regras que respeita os aparelhos ou das regras de pesca.
  2. Se outra pessoa que não seja o pescador tocar qualquer parte da cana, do carreto ou da linha, inclusive a linha dupla, seja diretamente ou com um dispositivo, enquanto o pescador está trabalhando o peixe, ou se preste qualquer ajuda ao pescador, exceto o permitido pelas regras da pesca. Se, se observa algum obstáculo nas guias da cana (seja isca, outra linha, uma borracha ou algum outro material), de maneira que a linha não tem saída livre, o obstáculo (não a linha) poderá remover-se para desprender a linha. De nenhuma outra maneira outra pessoa que não seja o pescador poderá tocar na linha durante este processo.
  3. Descansar a cana no porta-canas, sobre a borda do barco ou sobre qualquer outra coisa enquanto se trabalha o peixe.
  4. Manejar ou usar uma linha de mão, corda ou cabo ligado de qualquer forma a linha ou ao baixo de linha com o propósito de sustentar ou levantar o peixe.
  5. Cravar, disparar com arma de fogo ou atirar sobre o peixe com um arpão ou lança, (incluindo os tubarões e halibutes), antes de os tirar da água.
  6. Usar como engodo carnada ou isca (seja para pescar um peixe ou para atraí-lo ao isco, ou amostra), carne, sangue, pele ou qualquer parte de um mamífero que não seja o pêlo ou a pele de porco curado ou tratado que se empregam no fabrico das amostras de corrico e amostras de lançamento.
  7. Usar um bote ou qualquer outro dispositivo para levar um peixe para águas menos profundas com o objetivo de reduzir as suas faculdades normais de luta, ou para encalhá-lo sobre a praia ou ribeira.
  8. Mudar de cana ou de carreto enquanto se trabalha o peixe.
  9. Juntar, tirar ou unir, linha enquanto se trabalha o peixe.
  10. Cravar ou ferrar intencionalmente um peixe numa outra parte do corpo que não seja a boca.
  11. Pescar um peixe de maneira que a linha dupla não saia completamente da cana, isto é, capturar um peixe única e exclusivamente com a linha dupla e o baixo de linha.
  12. Usar qualquer espécie ou tamanho de isca cuja utilização seja ilegal.
  13. Atar ou ligar de alguma maneira a linha ou o baixo de linha a alguma parte do barco ou a qualquer outro dispositivo com o objetivo de sustentar ou de levantar o peixe.
  14. Se o peixe escapar antes de colocar o gancho ou tirá-lo da água e se voltar a capturar o peixe de alguma maneira, não seja conforme às regras de pesca.

As seguintes situações desqualificam a captura:

  1. Uma cana que se parta (enquanto se trabalha o peixe) de maneira que a ponta fique mais curta do que é permitida ou de maneira que as características da cana sejam severamente alteradas.
  2. Qualquer mutilação causada ao peixe por tubarões, mamíferos ou outros peixes ou pelas hélices de um barco que penetrem ou tirem carne ou pele (os ferimentos causados por baixo de linha ou a linha, rasgões cicatrizes velhas e deformidades curadas, não são motivos de desclassificação). Qualquer mutilação que o peixe apresente deverá explicar-se em documento separado anexo a solicitação de registro de recorde.
  3. Um peixe que se crave ou enrole em mais de uma linha.

REGRAS E REQUISITOS PARA RECORDES MUNDIAIS ABSOLUTOS MEDIDA EM COMPRIMENTO

Informação Geral

Todos os peixes que sejam admitidos para recorde de comprimento devem ser medidos pelos pescadores no local da captura e libertados para que os peixes nadem para se afastarem, por conta própria e em boas condições. Os peixes devem ser reanimados ao fazendo-os avançar na água para garantir uma libertação saudável. Os peixes capturados e submetidos para os recordes de comprimento não são elegíveis para a pesagem e não são submetidos para outras categorias de outro recorde.

Regras e Regulamentos do Equipamento

Todas as Regras IGFA previstos para os equipamentos para a pesca desportiva convencional ou pesca à “mosca”, seja em água doce ou água salgada são aplicáveis, com as seguintes exceções abaixo mencionadas. Todas as regras de pesca e equipamentos devem ser aplicadas até que o peixe seja medido e libertado vivo (em boas condições).

  1. GANCHOS, BICHEIROS E REDES
  2. É proibida a utilização de ganchos, bicheiros ou arpões para embarcar o peixe (tudo que provoque danos no peixe).
  3. Redes utilizadas para embarcar ou trazer o peixe para terra, não pode exceder mais de 2.44 metros (8 pés) em todo o comprimento. (Quando a pesca de um cais, ponte ou outra estrutura estacionária alta ou elevada, esta limitação de comprimento não se aplica.)
  4. O uso de redes sem nós, revestidos de borracha ou de outras redes de concepção semelhante que minimizem a remoção da “goma do peixe” e das escamas, é fortemente recomendado.
  1. DISPOSITIVO DE MEDIÇÃO
  2. Todos os peixes devem ser medidos utilizando um dispositivo de medição oficial IGFA (tapete de medição). (Solicite o seu dispositivo de medição IGFA (tapete de medição) através do link http://store.igfa.org/.
  3. O dispositivo de medição (tapete de medição) se pretender cortá-lo pode ser reduzido, mas não pode voltar a juntar-se, depois de ter sido

Regras de Pesca – Os seguintes atos desqualificam a captura:

  1. O incumprimento das regras Regras dos equipamentos e regras da pesca desportiva promovidas pela IGFA.
  2. Se o peixe morre durante o processo de documentação, ou não consegue afastar-se a nadar por sua iniciativa, após a libertação.

Requisitos para Recordes de Comprimento

A Todos os peixes que entrem para os Recordes de Comprimento são submetidos de acordo com os mesmos requisitos estipulados para as outras categorias de recordes, com as seguintes adições e exceções.

REQUISITOS DE MEDIDA

  1. O peixe deve ser medido numa superfície plana, utilizando um Dispositivo Oficial de Medição IGFA (Tapete Oficial de Medição IGFA).

Dispositivo de Medição Oficial IGFA (Tapete Oficial de Medição IGFA)

  1. O focinho do peixe deve estar a tocar a extremidade do dispositivo de medição IGFA (tapete de medição,) com a boca fechada e A boca deve estar livre de iscas, amostras, anzóis, dispositivos de manuseamento ou dispositivos de elevação, ou outro qualquer dispositivo.
  1. Com o peixe deitado em cima do dispositivo de medição IGFA (tapete de medição), as medidas são tiradas a partir da parte mais avançada do focinho do peixe com a boca fechada, para o vértice central da cauda (linha central na borda traseira).
  2. Todas as medições são feitas em centímetros.
  3. Os peixes cujas medidas fiquem entre pontos de dois centímetros devem ser registrados pelo menor dos dois Exemplo: Um peixe que mede entre os 45 e 46 centímetros, tem como registro para Recorde de Comprimento, 45 centímetros (o menor dos dois pontos).
  1. REQUISITOS MÍNIMOS PARA RECORDES DE COMPRIMENTO VAGOS (EM ABERTO)

Os peixes que entrem para as categorias de recorde que se encontrem vagos (em aberto), devem medir entre a metade superior do comprimento máximo das espécies registradas para recorde, como mostrado na lista de espécies elegíveis.

  1. REQUISITOS DE COMPRIMENTO MÍNIMO NECESSÁRIO PARA DERROTAR OU EMPATAR OS RECORDES EXISTENTES
  2. Para derrotar um recorde existente, o peixe deve medir pelo menos mais 2 (dois) centímetros de comprimento do que o recorde
  3. Uma captura que coincide com o comprimento de um recorde existente ou exceda o comprimento por menos de 2 (dois) centímetros, será considerado um

Em caso de empate com mais de dois peixes, o comprimento deve ser comparado com o recorde original (o primeiro peixe que foi capturado).

Nenhum peixe que tenha como medida de comprimento menos do que a medida do recorde original (primeiro peixe a ser capturado) será considerado.

  1. REQUISITOS FOTOGRÁFICOS

As fotografias incluídas com as candidaturas devem conter as seguintes informações.

  1. O comprimento total dos peixes no dispositivo de medição IGFA (tapete de medição), onde se vela claramente a posição da boca e da cauda. O peixe pode ser mantido na posição, mas deve ser feito de uma maneira que não escureça a visão do peixe na fita métrica de modo a poder ser visto sem dúvidas a medida total do comprimento do peixe.
  2. Uma fotografia de primeiro plano (close up), mostrando a posição do focinho com a boca do peixe e da cauda do peixe no dispositivo de medição IGFA (tapete de medição).
  3. Uma fotografia do pescador com o peixe.
  4. Uma fotografia da cana de pesca (vara) e do carreto (molinete) usados para capturar o peixe.

Práticas Gerais para o Manuseamento

Para remover o peixe da água para documentá-lo para fins de recordes, os pescadores devem usar as mãos ou uma rede com proteções de borracha sem nós, para minimizar a perda da “goma” e escamas do peixe. Podem ser usados para ajudar a subjugar os peixes, dispositivos de aperto aplicados na boca. No entanto, os peixes grandes não devem ser içados na vertical para fora da água, pois isso pode causar danos ao músculo da mandíbula, do osso, bem como aos órgãos internos. O melhor método para a remoção dos peixes da água manualmente, é pegar no maxilar inferior do peixe com a mão ou com um dispositivo de aperto, e suportar com apoio a parte inferior do peixe. Mais uma vez, o ponto importante é retirar e manter sempre os peixes horizontalmente e não verticalmente.

Documentação

Os Recordes IGFA requerem imagens, medição e / ou a pesagem das capturas. Tudo isso leva tempo, então você deve ter o equipamento necessário pronto antes de retirar o peixe da água. Se o processo de documentação leva mais tempo do que alguns minutos, volte a colocar periodicamente o peixe na água, ou coloque-o num recipiente, tanque ou viveiro com água para permitir que ele respire.

Liberação

A libertação deve ser feita com critério, despendendo o tempo necessário e ter cuidados consideráveis para quando se libertam os peixes, para que estes sobrevivam são essenciais. Os peixes devem ser colocados na água e segurados pela base da cauda. Se o peixe sozinho não consegue nadar e afastar-se do local a nadar, devemos delicadamente reanimá-lo. Com movimentos suaves para a frente, conseguir que a água entre na boca e flua sobre as guelras (brânquias). Para obter melhores resultados coloque o peixe na água só com movimentes para a frente e não com movimentos para a frente e para trás. As guelras (brânquias) de um peixe lembram um pouco as páginas de um livro e são projetadas para que o fluxo de água entre apenas numa direção. Também se pode colocar o peixe na água, efetuar movimentos em círculos lentos, sempre com o peixe de frente para a água, ou rebocar delicadamente o peixe com o barco, conseguindo-se o mesmo objetivo.


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