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PMA apreende redes, anzol de galho e autua dois por pesca ilegal em MS

Durante fiscalização fluvial no rio Miranda, Policiais Militares Ambientais de Jardim (MS), que trabalham na operação Corpus Christi, autuaram nesse sábado (17), duas pessoas por pesca ilegal e apreenderam vários petrechos proibidos para a pesca.

Os infratores, um empresário (36) e um Gestor Ambiental (44), residentes em Ponta Porã (MS), foram autuados por pescarem sem licença ambiental. Com os infratores foram apreendidos dois molinetes com varas. Eles não haviam capturado nenhum pescado ainda.

Os policias efetuaram auto de infração administrativo e aplicaram multa no valor de R$ 300,00 contra cada autuado. A pesca sem licença não é crime ambiental. Trata-se somente infração administrativa. Logo que sejam pagas as multas, os pescadores poderão ter os materiais restituídos.

Em continuidade à fiscalização, um infrator, que pescava à margem do rio com uma tarrafa (petrecho proibido) abandonou o petrecho e fugiu pela mata ao avistar a fiscalização. Ele não foi localizado.

Durante a operação, os Policiais também retiraram do rio 73 anzóis de galho (petrechos proibidos). Os proprietários dos petrechos ilegais não foram localizados. 7 kg de pecado que estavam vivos nos petrechos foram liberados e o material ilegal apreendido.

Já nos rios Baía e Ivinhema, bem como em lagoas marginais a esses rios, equipes da Polícia Militar Ambiental de Batayporã (MS) retiraram 8 (oito) redes de pesca, medindo 900 metros na sexta-feira (16) e no sábado (17) nos rios . Além das redes, foram retirados 67 anzóis de galho. 10 kg de pescado que estavam presos às redes ainda vivos foram soltos nos rios.

Os petrechos proibidos estavam instalados nos rios e lagoas marginais e os infratores proprietários do material não foram localizados e nem identificados. Normalmente os pescadores deixam os petrechos ilegais escondidos e, durante a madrugada, quando não percebem fiscalização, armam e os conferem, retirando os peixes capturados. Isso torna difícil a prisão dos infratores, haja vista o curto espaço de tempo que permanecem no rio.


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